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Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO
CANAL DE JOSÉ FERNANDES CASTRO EM PARCERIA COM A RÁDIO MIRA

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* As letras publicadas referem a fonte de extração, ou seja: nem sempre são mencionados os legítimos criadores *

<> 6.305 LETRAS <> 2.180.000 VISITAS <> JUNHO DE 2021 <>

* ATINGIDO ESTE VALOR /*/ QUE ME FAZ SENTIR HONRADO /*/ CONTINUO, COM AMOR /*/ A SER SERVIDOR DO FADO *

* POIS MESMO DESAGRADANDO /*/ A *TROIANOS* MALDIZENTES /*/ OS "GREGOS VÃO APOIANDO /*/ E VÃO FICANDO CONTENTES *

* NÃO ENCONTRA O FADO PREFERIDO? /*/ ENVIE, POR FAVOR, O SEU PEDIDO * fadopoesia@gmail.com

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* NASCEU ASSIM... CRESCEU ASSIM... CHAMA-SE FADO // Vasco Graça Moura // Porto 03.01.1942 // Lisboa 27.04.2014 *

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Se tu viesses hoje ter comigo

José Gonçalez / Tó Zé Brito
Repertório de José Gonçalez

Se tu viesses hoje ter comigo
Àquela velha casa de nós dois
Ali onde a varanda era abrigo
Duns olhos pendurados no postigo
A reclamar os sonhos pra depois

Se tu viesses hoje de mansinho
Sem que ninguém te visse regressar
Colhia as Buganvílias do caminho
Deixava no portado um só raminho
Pra te pôr no decote a enfeitar

Se tu viesses hoje meu amor
Se tu viesses hoje ser só minha
Sem raivas, sem amarras, sem pudor
Podes crer, meu amor, também eu vinha
Se tu viesses hoje meu amor
Se tu viesses hoje ser só minha
Exangue a desbravar teu corpo em flor
Podes crer, meu amor, também eu vinha


Se tu viesses hoje ao sol poente
Escondia-me na silva mais agreste
Fazia de uma amora confidente
Roubava aquele beijo mais ardente
Ali mesmo nas abas do cipreste

Se tu viesses hoje ao canteiro
Daquelas Margaridas, sem defeitos
Talvez o teu Cupido mais certeiro
Deixasse em minha casa, esse teu cheiro
E enchesse a cama de Amores-Perfeitos

Se tu viesses hoje com a lua
Que sempre vem beijar aquela Malva
Roubava esse teu seio que s’insinua
Espalhava Rosas brancas pela rua
E dizia a toda a gente que te amava

Se tu viesses hoje ter comigo
Àquela velha casa de nós dois
Ali onde a varanda era abrigo
Duns olhos pendurados no postigo
A reclamar os sonhos pra depois