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Ninguém sabe tudo, ninguém ignora tudo, só todos juntos sabemos alguma coisa <> PAULO FREIRE *filósofo*
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Jogos consentidos

Letra e música de: Manuel Bobone
Repertório de António Pinto Basto

Tanto que eu queria deitar-me a teu lado
Num campo que eu via de flores, encarnado
Mas dizem que os jogos que eu queria jogar
Eram fogos para me queimar

Lembra-me as ondas do mar do teu riso
E nunca te escondas, já não é preciso
Que o jogo da vida que eu queria compor
És só tu, és só tu, meu amor

Sempre que eu via que a chuva parava
E o céu se cobria de luz, eu deixava
Que o vento guiasse o teu nome no ar
E passasse por mim a cantar

Quando tu vias que o tempo mudava
Abrias-te em sol e eu acordava
No mar dos teus braços em estrelas do mar
Com pedaços de mim a cantar