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Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa, todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre
PAULO FREIRE *filósofo* 19.09.1921 / 02.05.1997
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As 5.515 letras publicadas referem a fonte de extração, o que nem sempre quer dizer que os artistas mencionados sejam os seus criadores.
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Contos de fados

Manuela de Freitas / José António Serôdio *fado joão*
Repertório de Aldina Duarte
 

Tantas terras, tantas gentes
Tantas sortes, tantas vidas
Que parecem tão diferentes
E que afinal são parecidas

São contos contando contos / Que vivemos, que sonhamos
A que se acrescentam pontos / De cada vez que os contamos

Sejam de hoje ou de ontem / Inventadas ou vividas
Por mais vidas que se contem / Sobram sempre tantas vidas

E se os contos são contados / Se a rima for bem escolhida
Já não são contos, são fados / Já não fados, são vida
Já não são contos, são fados
E se são fados, são vida