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Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa, todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre
PAULO FREIRE *filósofo* 19.09.1921 / 02.05.1997
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A Rosa da Madragoa

Frederico de Brito / José Duarte Seixal *fado seixal*
Repertório de Fernanda Maria

A Rosa da Madragoa
Enche a canastra na praça;
Vem para a rua, apregoa

Acorda meia Lisboa
Que sorri quando ela passa

Sobe escadas divertida /Numa alegria que alastra
Baila-lhe a saia garrida
Não lhe pesa a cruz da vida / Pesa-lhe mais a canastra

Tem um rapaz de quem gosta /
Mas que não lhe dá cuidado
Mas se ouve alguma proposta
Atira cada resposta / Que o deixa de cara ao lado

Há noite, ali pela Esperança / Ela que veio d'Estarreja
Baila, canta, pula, e dança
No seu vira que não cansa / Por mais virado que seja

Se pela sombra das esquinas / A sua voz atordoa
Sabem as outras varinas
Quando passa pelas Trinas / A Rosa da Madragoa