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Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa, todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre
PAULO FREIRE *filósofo* 19.09.1921 / 02.05.1997
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As 5.590 letras publicadas referem a fonte de extração, o que nem sempre quer dizer que os artistas mencionados sejam os seus criadores.
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Até logo

Adriano Reis / Miguel Ramos *fado amor filial*
Repertório de Gabino Ferreira

Adeus, ou até logo, ou até já
Não digo, nem gosto de ouvir dizer
A gente quando parte sabe lá
Se volta, ou nunca mais se torna a ver

É vulgar, é constante, este estribilho
Ainda hoje volto, ou amanhã
Minha mãe até logo, adeus meu filho
Adeus ó meu amor, ó minha irmã

Tudo parte na esperança de voltar
De regressar ao ponto de partida
Mas ninguém sabe ao certo explicar
O mistério que envolve a despedida

Não tardo, eu venho cedo, eu volto breve
É hábito isto ouvir pronunciar
Há quem diga até logo, sem que leve
Vontade ou esperança de voltar