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Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO
CANAL DE JOSÉ FERNANDES CASTRO EM PARCERIA COM A RÁDIO MIRA

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* As letras publicadas referem a fonte de extração, ou seja: nem sempre são mencionados os legítimos criadores *

<> 6.365 LETRAS <> 2.266.500 VISITAS <> SETEMBRO 2021 <>

* ATINGIDO ESTE VALOR /*/ QUE ME FAZ SENTIR HONRADO /*/ CONTINUO, COM AMOR /*/ A SER SERVIDOR DO FADO *

* POIS MESMO DESAGRADANDO /*/ A *TROIANOS* MALDIZENTES /*/ OS "GREGOS VÃO APOIANDO /*/ E VÃO FICANDO CONTENTES *

* NÃO ENCONTRA O FADO PREFERIDO? /*/ ENVIE, POR FAVOR, O SEU PEDIDO * fadopoesia@gmail.com

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* NASCEU ASSIM... CRESCEU ASSIM... CHAMA-SE FADO // Vasco Graça Moura // Porto 03.01.1942 // Lisboa 27.04.2014 *

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Viram por aí o fado *ferro de engomar*

Frederico de Brito / Armando Machado
Repertório de Maria Amélia Proença

Perdão... façam favor de me dizer
Se viram por aí, o velho fado
Um tipo da boémia e do prazer
Assim um tudo nada, já cansado

Vestia calça justa e uma samarra
Chapéu à Marialva e bota branca
Eu vinha cá, trazer-lhe uma guitarra
P’ra irmos ainda hoje a Vila Franca

Pois eu já percorri Alfama inteira e não o vi
Subi ao Bairro Alto e ao Charquinho dei um salto
Já fui à Madragoa, já percorri meia Lisboa
E ainda, se calhar bato pró Ferro de Engomar
Pois bem, vou até á Mouraria
Que tristonha, que sombria, a Moirama está agora
E ali nas vielas do passado, já ninguém conhece o fado
Ninguém sabe onde ele mora

Eu tinha combinado, ir hoje aos toiros
Os dois, eu mais o fado, de tipóia
E o nosso matador, o mata moiros
Levava-nos à noite p’ra rambóia

Cear no Bacalhau, como é costume
Ali, de canjirão e banza ao lado
O fado, que anda cheio de ciúme
Faltou-me desta vez, ao combinado