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Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa, todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre
PAULO FREIRE *filósofo* 19.09.1921 / 02.05.1997
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As 5.580 letras publicadas referem a fonte de extração, o que nem sempre quer dizer que os artistas mencionados sejam os seus criadores.
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A luz de Lisboa *claridade*

Manuela de Freitas / José Mário Branco
Repertório de Camané

Quando Lisboa escurece
E devagar adormece
Acorda a luz que me guia;
Olho a cidade e parece
Que é de tarde que amanhece
Que em Lisboa é sempre dia

Cidade sobrevivente
Dum futuro sempre ausente / Dum passado agreste e mudo
Quanto mais te enches de gente
Mais te tornas transparente / Mais te redimes de tudo

Acordas-me adormecendo
E dos sonhos que vais tendo / Faço a minha realidade
E é de noite que eu acendo
A luz do dia que aprendo / Com a tua claridade