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Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa, todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre
PAULO FREIRE *filósofo* 19.09.1921 / 02.05.1997
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Anda o fado noutras bocas

Letra e música de Artur Ribeiro
Repertório de Carlos Ramos

Andei pela Mouraria / Nas tascas de antigamente
Mas o fado estava ausente / Mudou de lá, quem diria

E corri Lisboa inteira / Até encontrar o fado
Porém achei-o mudado / Cantado d’outra maneira

Chorai fadistas chorai
Como dizia a cantiga
E se uma guitarra amiga
Trinar em tom magoado
Cantai fadistas, cantai
Com vossas gargantas roucas
Que anda o fado noutras bocas
Que não são bocas p’ro fado

Agora de madrugada / Eu oiço por todo o lado
Noutras bocas, outro fado / Que de fado não tem nada

E choro então o passado / Dos fadistas que morreram
Ouvindo alguns que nasceram / P’ra tudo, menos p’ro fado