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Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa, todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre
PAULO FREIRE *filósofo* 19.09.1921 / 02.05.1997
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Barcos do Tejo

Lopes Victor / Martinho d'Assunção
Repertório de Fernanda Maria

Cá do alto do Castelo / Está São Jorge a dominar
Olha o Tejo com desvelo / A vê-lo correr pró mar

Vejo as velas tão branquinhas / Branquinhas a deslizar
Os barcos são alfacinhas / E não vão, não vão p'ro mar

Barcos do Tejo p'lo rio afora
Eu bem os vejo namorar Lisboa
Iguais as velas que deram fama
Às caravelas de Vasco da Gama
Barcos do Tejo a navegar
Eu bem os vejo olhando p'ro mar
Barcos do Tejo, velas à vela
São filgrana de Lisboa nobre e tão bela

Destas muralhas com glória / Cá no alto do Castelo
Deito os olhos p'ro Restelo / E oiço falar a história

Velas ao vento / Tal qual as vês lá em Belém
Mostraram ao mundo bem / O valor de Portugal