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Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa, todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre
PAULO FREIRE *filósofo* 19.09.1921 / 02.05.1997
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As 5.585 letras publicadas referem a fonte de extração, o que nem sempre quer dizer que os artistas mencionados sejam os seus criadores.
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Madrugadas

José Fernandes Castro / Frederico de Brito *fado azenha*
Repertório de Artur Lobo

Na madrugada da vida
Sou imagem repartida
Pelos momentos dispersos;
Na madrugada do sonho
E nos sonhos que transponho
Sou a alma dos meus versos

Na madrugada do mundo
Sou poeta moribundo / Sou corpo desencontrado
Na madrugada do amor
Sou corpo, em sonho maior / Sonhando amor compensado

Na madrugada da paz
Sou muitas vezes capaz / De cantar minha saudade
Na madrugada do tempo
Sou força de pensamento / Sou marca de felicidade