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Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa, todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre
PAULO FREIRE *filósofo* 19.09.1921 / 02.05.1997
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Carta Soneto

Letra e música: Ângelo Vieira Araújo
Intérprete: Luiz Goes


Esta carta será a derradeira
Que eu te escreverei de amor, embora
Eu sinta a dor suprema de quem chora
O mal que me consome a vida inteira

Serás eternamente a feiticeira
Que a minha alma perdida sempre adora
E que, por ti pisada, ainda implora
A desculpa à razão que é justiceira

A ti, a quem eu quero mais que à vida
A ti, que o que tu queres é meu querer
A ti, desta minha alma a escolhida

Eu dou, no meu adeus, todo o meu ser
Recebe-a, se quiseres, que é bem sentida
A mágoa que me mata em te perder