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Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa, todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre
PAULO FREIRE *filósofo* 19.09.1921 / 02.05.1997
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As 5.515 letras publicadas referem a fonte de extração, o que nem sempre quer dizer que os artistas mencionados sejam os seus criadores.
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Aquele lápis de carvão

Rodrigo Serrão / Armando Machado *fado súplica*
Repertório de Joana Amendoeira

No verde de um papel adormecido
Dançando no romper da madrugada
Um lápis fez um rasgo desabrido
O sonho que meu peito desvendava

Libertas do carvão entre silêncios
Cresciam histórias vivas desenhadas
E o traço do pintor, nesse momento
Deixava um rasto cinza de passagem

Nasceram aventuras delicadas
Discretas fontes de água e de coragem
E o tempo baloiçado nas pisadas
Do fruto dos seus dedos em viagem

Tal como a voz que canta a melodia
Bailada neste verso dedilhado
Assim dançavem loucos de alegria
Os dedos de um sorriso apaixonado