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Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa, todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre
PAULO FREIRE *filósofo* 19.09.1921 / 02.05.1997
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Para quê?!

Florbela Espanca / Ricardo Cruz
Repertório de Silvia Filipe

Tudo é vaidade neste mundo vão
Tudo é tristeza, tudo é pó, é nada
E mal desponta em nós a madrugada
Vem logo a noite encher o coração

Até o amor nos mente, essa canção
Que o nosso peito ri à gargalhada
Flor que é nascida e logo desfolhada
Pétalas que se pisam pelo chão

Beijos de amor!... p’ra quê?!... tristes vaidades
Só neles acredita quem é louca
Sonhos que logo são realidades
Beijos de amor que vão de boca em boca

Que nos deixam a alma como morta
Como pobres que vão de porta em porta