Letra de João Dias
Desconheço se esta letra foi gravada.
Transcrevo-a na esperança de obter informação credível.
Pousa as mãos no meu cansaço
Toda amor toda perdão
Infinita em teu regaço
Minha mãe, meu pão, meu chão
Veste-me a alma de afagos
Regresso em busca do berço
Olhos doces, doces lagos
Meu sangue, meu universo
Meu pranto seria um rio
Das mais agitadas águas
Venho do fundo sombrio
Corpo de todas as mágoas
Meu pranto seria um rio
Pousa as mãos no meu cansaço
Embala-me novamente
No berço do teu regaço
Mãe, como cansa ser gente
Pousa as mãos no meu cansaço