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Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa, todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre
PAULO FREIRE *filósofo* 19.09.1921 / 02.05.1997
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Margarida vai à fonte

Letra e música de João de Vasconcellos e Sá
Repertório de António Pinto Basto

Margarida vai à fonte
Vai encher a cantarinha
Brotam lírios pelo monte

Vai à fonte e vem sózinha

Seus olhos verdes risonhos / Nunca poisam em ninguém
Parecem viver de sonhos / M
ais vagos do que risonhos
Mas são risonhos também

Tão pequena a casa dela / Fica à beira do caminho
E os canteiros da janela / Envolvendo a casa dela
Têm aroma a rosmaninho

Tão mimosa e delgadinha / A forma do seu andar
Lembra um voo de andorinha / Quando passa de tardinha
Quando gira devagar

Linda flor desconhecida / Que o sol beijou ao nascer
Deixa-te estar escondida / Margarida, Margarida
Nessa paz do teu viver