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Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa, todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre
PAULO FREIRE *filósofo* 19.09.1921 / 02.05.1997
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Guitarras de Lisboa

Artur Ribeiro / Alírio Covas
Repertório de Fernando Farinha


Guitarras, atenção, cantai comigo
Calai o vosso pranto

Trinai como lhes digo, trinai
Guitarras, desta vez sem ar magoado
Trinai enquanto canto

Que é vosso este neu fado

Guitarras de Lisboa, noite e dia
Trinando nas vielas da cidade
Guitarras que dão voz à Mouraria
E vão falar a sós com a saudade;
Guitarras de Lisboa, são meninas
Brincando nas esquinas do passado
Dentro de vós ressoa

A voz do próprio fado
Guitarras de Lisboa, obrigado

Guitarras, são iguais nossos tormentos
Iguais nossos revezes

São ais nossos lamentos, são ais
Guitarras, mas a rir quando é preciso
Mostramos muitas vezes 

Que a dor pode ser riso