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Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa, todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre
PAULO FREIRE *filósofo* 19.09.1921 / 02.05.1997
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As 5.585 letras publicadas referem a fonte de extração, o que nem sempre quer dizer que os artistas mencionados sejam os seus criadores.
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Morrinha

Amália Rodrigues / Carlos Gonçalves
Repertório de Amália


Ai, sonhos, pranto, rios, poço, corpo
De lírio e hortelã agreste
São sonho que morre, são água que corre
Que da minha sede bebeste

Na minha cama há um lençol de linho

Que hoje é como eu, sózinho
A sua brancura, a minha ternura
São minha loucura, meu espinho

Na minha solidão, que é toda minha

Na minha solidão, sózinha
Tristeza em botão que eu guardo na mão
Crescendo, crescendo, morrinha