- - - - - - - - - -

- - - - - - - - - -
- - - - - - - - - -

° Caro visitante, existe 1 minuto de interregno entre a identificação dos intérpretes °
Loading ...

-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

As letras publicadas referem a fonte de extração, ou seja: nem sempre são mencionados os legítimos criadores.

-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

6.170 LETRAS PUBLICADAS // 1.970.000 VISITAS // OUTUBRO 2020

Atingido este valor // Que me faz sentir honrado // Continuo, com amor // A ser servidor do fado.

-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Existem (pelo menos) 80 letras publicadas que nao constam do índice.

Caso encontre alguma avise-me, por favor.

Se não encontra o Fado preferido // Envie, por favor, o seu pedido.

Daqui houve nome, Portugal

Letra e musica de José Mário Branco
Repertório de Rodrigo 
Este tema foi também gravado com o título *Recado ao Porto*

Nas margens deste rio atormentado
É que está dependurado o nome do meu país
Mistura entre a fuga e a procura
Entre o medo e a loucura que estão na minha raiz

Meu Porto muito mais vivo que morto
Tu recusas o conforto de quem está morto de vez
Por isso eu te canto este fado
Porque vivo atormentado como o rio que te fez

Daqui houve nome, Portugal
Aqui está tudo bem, e tudo mal
Meu Porto és o carinho que me tenho
És a ponte donde venho
Entre o mar e o quintal;
Daqui, eu fui embora sem vontade
Aqui eu renasci prá liberdade
Meu Porto, deixa andar, nunca fiando
Que me dás de contrabando
A alegria e a saudade

Criança, ris e choras de seguida
Mesmo quando a tua vida é o assunto da anedota
Sentir, é o teu modo de existir
E és capaz de mentir só p’ra não fazer batota

Meu Porto, revoltado e penitente
Invicto p’ra tanta gente, só por ti és derrotado
Nas margens do rio que te desflora
Há um vulcão que demora e dorme sempre acordado