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Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa, todos nós ignoramos alguma coisa.
Paulo Freire *filósofo* 1921 <> 1997

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Como chuva em agosto

Letra e música de Tó Zé Brito
Repertório de Gonçalo Salgueiro

Como chuva em Agosto
Nunca nada é para sempre
Tudo muda tudo passa
Nunca nada é permanente

Como chuva em Agosto / A vida nunca é igual
Tudo nela é passageiro / Nada é intemporal

Por isso te vou esquecer / Vou pensar em mim primeiro
Vou ser frio como o gelo / Como a chuva de Janeiro

Como chuva em Agosto / Não há dois dias iguais
Alguns marcam-nos o rosto / Outros são dias banais

Como chuva em Agosto / Nada na vida é eterno
Por vezes vamos ao céu / Outras vezes ao inferno