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Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa, todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre
PAULO FREIRE *filósofo* 19.09.1921 / 02.05.1997
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As 5.530 letras publicadas referem a fonte de extração, o que nem sempre quer dizer que os artistas mencionados sejam os seus criadores.
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29 de Novembro de 1995

Carlos Zel / Filipe Pinto *fado meia-noite*
Repertório de Carlos Zel

Dia de chuva inclemente
Cinzento de solidão
Cai chuva constantemente
Chove no meu coração

Dia tão triste de inverno / Tão frio, cheio de vento
E as trovoadas do inferno / Turvam o meu pensamento

E as nuvens negras, pairando / Por força do vento norte
São como eu, vão esperando / A fria noite da morte

E nessa hora, o meu fado / Que começou em menino
Terá então acabado / Pela força do destino