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Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa, todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre
PAULO FREIRE *filósofo* 19.09.1921 / 02.05.1997
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Quando vou p'ro Ribatejo

Manuel Paião / Eduardo Damas
Repertório de António Mourão

Quando vou p'ro Ribatejo levo comigo a guitarra
E um fado que fala sempre de alguém que saiu a barra
Levo jaqueta apertada, levo bota de tacão
Levo alegria na alma, e amor no coração

Quando vou p'ro Ribatejo
Sei que vou cantar o fado
Vou ver toiros e toureiros
E um colete encarnado
Vou ver uns olhos morenos
Ai, muito morenos, a olharem p'ra mim
Vou perder o coração
Lá numa rua de Almeirim

Quando vou p'ro Ribatejo sinto que a vida é diferente
Que vale a pena viver lá no meio daquela gente
Quando vou p'ro Ribatejo sinto em mim um tal ardor
Que eu à noite, quando canto, só canto versos de amor