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Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa, todos nós ignoramos alguma coisa.
Paulo Freire *filósofo* 1921 <> 1997

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Muro vazio

Aldina Duarte / Carlos da Maia
Repertório de Aldina Duarte 

A folhagem rente ao muro
No silêncio quase escuro
Cresceu pouco e devagar
Dia a a dia fui esperando
Sem saber bem até quando
Pelas flores que quis plantar

Mesmo em frente à tua casa
Esse muro quase branco / De verde o queria cobrir
As flores vieram depois
Discretas, para nós dois / Só p'ra te ver a sorrir

Sem as flores te vi partir
Nesse instante quis fugir / P'ra além do muro vazio
Hoje o verde acorda os dias
Adormece as noites frias / Mas as flores, ninguém as viu