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Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa, todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre
PAULO FREIRE *filósofo* 19.09.1921 / 02.05.1997
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Negra cor

Diogo Clemente / João Pico
Repertório de Ana Laíns

Vem, quando a luz
Morrer bem p’ra lá do mar
E anoitecer em mim e no meu olhar

Vem, negra cor
Negro olhar que me vês
E a quem o amor ao chegar se desfez

Se acaso o amor
Partir sem dizer adeus
Vem, espelho meu, sentir os teus lábios nos meus

Tarda encontrar
O lugar de um amor
Meu triste mar, negro olhar, minha cor

Vem, se a saudade
Cantar versos que escrevi
Quando à cidade cantei saudades de ti