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6.170 LETRAS PUBLICADAS // 2.000.000 VISITAS // DEZEMBRO 2020

Atingido este valor // Que me faz sentir honrado // Continuo, com amor // A ser servidor do fado.

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Fado em branco

João Gigante-Ferreira / Samuel Cabral e João Gigante-Ferreira
Repertório de Helena Sarmento

Voar sem culpa do mar que nunca se deita  
Sentir a chuva a cair, de vida insuspeita
Sofrer a dor de morrer na dor imperfeita
Sorrir, por dentro mentir, verdade perfeita

Assim é a vida de amor dividida
Cerrada no peito
Um barco à deriva, verdade fingida
Doença sem leito
Eu bem que não queria saber algum dia
Que sempre serei
O vento do norte, sem vida nem morte
Sem crime nem lei

Amar, de amor sufocar a boca na boca
Florir, ficar e partir de tanto ser pouca
Vender de graça o prazer, sentir como louca
Chorar sem culpa do mar, do beijo e da boca

Assim é a vida de amor dividida
Cerrada no peito
Um barco à deriva, mentira fingida
Doença sem leito
Eu bem que não queria saber algum dia
Que sempre serei
O vento do norte, sem vida nem morte
Sem crime nem lei
O verso da sorte, sem que isso me importe
Saber que cheguei