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Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa, todos nós ignoramos alguma coisa.
Paulo Freire *filósofo* 1921 <> 1997

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Neste rio vou morrer

António Fontes / Alfredo Duarte
Repertório de Carlos Zel

Águas do rio, paradas
No eu peito tão cansado
Espelho das madrugadas
Onde eu vejo o meu passado

Quis fazer uma viagem / Numa onda que desmaia
Mas fiquei ali na margem / Abandonado na praia

Horas paradas no tempo / Do meu viver tão errante
E neste meu desalento / Vejo-te em sonho distante

Ancorei minha fragta / Nesse rio tão esquecido
Mas a saudade me mata / Por não poder ter partido

Desde manhã ao sol-pôr / Sem ti não sei que fazer
Se tu não vens, meu amor / Neste rio vou morrer