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Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa, todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre
PAULO FREIRE *filósofo* 19.09.1921 / 02.05.1997
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As 5.515 letras publicadas referem a fonte de extração, o que nem sempre quer dizer que os artistas mencionados sejam os seus criadores.
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Alma sedenta

Mascarenhas Barreto / António dos Santos
Repertório de António dos Santos

Minha alma de amor sedenta
Barco sem rumo e sem Deus
Anda à mercê da tormenta
Desse mar dos olhos teus

Essa dádiva total / Que me pedes hora a hora
É o que a minha alma te dá / Quando d’amor por ti chora

Se eu um dia te perder / Jurarei virado aos céus
E os perdões que Deus me der / Meu amor são todos teus

É uma causa perdida / O ser proibido amar
Quem perde um amor na vida / Jamais devia cantar