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Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa, todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre
PAULO FREIRE *filósofo* 19.09.1921 / 02.05.1997
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História do fado

Avelino de Sousa / Alves Coelho
Repertório de Nuno da Camara Pereira

O fado é uma trova tão bizarra
Como a brilhante chama de um fanal
É bem na catedral duma guitarra
Divino padre nosso em Portugal

Trova nascida não sei de que autor
Canta a saudade a soluçar de dôr sentida
Fosse quem fosse o seu inventor
Vem desde o alcouce a dar mais brilho e luz á vida

Apaixona os poetas e os artistas
E tem na terra, luz e um tal poder
Que os fidalgos desceram a fadistas
Para ouvirem de perto e aprender

E assim carpindo as mágoas fatais
Lá foi subindo aos salões onde há grandeza
Já foi cantado nos paços reias
E assim o fado veio a ter também, nobreza