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Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa, todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre
PAULO FREIRE *filósofo* 19.09.1921 / 02.05.1997
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As 5.535 letras publicadas referem a fonte de extração, o que nem sempre quer dizer que os artistas mencionados sejam os seus criadores.
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A minha cor

Manuel de Andrade / Filipe Pinto *fado meia noite*
Repertório de João Braga

Vi-te de um vermelho antigo
Trazias a minha cor
Meus olhos foram contigo
E alguém disse que era amor

Cor de sangue, aveludado / 
Cor de seda ou de cetim
Cor de vinho ou de pecado / Foi a cor que viste em mim

De
fadista só me viste / 
Um olhar estranho e sombrio
Não era alegre nem triste / Não era vago nem frio

Tua voz, cor de cantiga / 
Espalhava de mãos cheias
Um sabor de raça antiga / Que salta das minhas veias

Fosse sede ou fosse amor / 
Que importa o que foi, enfim
Trazias a minha cor / Nada mais contou p'ra mim