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Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa, todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre
PAULO FREIRE *filósofo* 19.09.1921 / 02.05.1997
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Confessando

Jorge Fernando / Alfredo Duarte *fado cravo*
Repertório de Fernando Maurício

Esta carta minha mãe
É o espelho onde o teu filho
Se desnuda totalmente;
O fogo que o vinho tem
Acendeu este rastilho
E a coragem de ser gente

É por ela, sim confesso
Que de segundo a segundo / Bebo a febre de morrer
Mas quando a vires só te peço
Não lhe contes o meu mundo / Não lhe dês esse prazer

Neste meu quarto isolado
O vinho que vou bebendo / A sua imagem retém
Sobrevivo neste fado
Muito embora eu a perdendo / Continuo a ter-te mãe