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Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa, todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre
PAULO FREIRE *filósofo* 19.09.1921 / 02.05.1997
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Silêncio meu coração

João Linhares Barbosa / Jorge Fontes
Repertório de Manuel de Almeida

Silêncio, meu coração
Não fales dessa mulher
Silêncio coração, o que ela quer
É apenas desprezo e o teu perdão
Não grites meu amigo, as tuas queixas
Meu pobre coração, porque a não deixas

Silêncio coração
Eu sei que tens razão
Repara que entre nós tudo acabou
Meu doido deixa lá
Que faça o que quiser
Será sempre a qualquer, a que passou

Silêncio, guarda calado
As saudades que t’esmagam
Bem sabes que é na vida que se pagam
As culpas do presente e do passado
Na hora do fracasso e da descida
Hás-de vê-la passar arrependida