- - - - - - - - - -

Canal de J.F.Castro em parceria com a Rádio Mira

Canal de J.F.Castro em parceria com a Rádio Mira
° Caro visitante, existe 1 minuto de interregno entre a identificação dos intérpretes °
Loading ...

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

As letras publicadas referem a fonte de extração, ou seja: nem sempre são mencionados os legítimos criadores.

"mp3 disponíveis"

-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Existem (pelo menos) 80 letras publicadas que não constam do índice. Caso encontre alguma avise-me, por favor.

-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

6.295 LETRAS PUBLICADAS /*/ 2.135.500 VISITAS /*/ 31.05 2021

ATINGIDO ESTE VALOR /*/ QUE ME FAZ SENTIR HONRADO /*/ CONTINUO, COM AMOR /*/ A SER SERVIDOR DO FADO.

Pois mesmo desagradando // A "Troianos" maldizentes / Os "Gregos" vão apoiando // E vão ficando contentes

-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Se não encontra a fado preferido // Envie, por favor, o seu pedido.

" fadopoesia@gmail.com "

- - - - - - - - - - - - - - - -

Pesquisa >

Fado do Ribatejo

Alberto Barbosa, J.Galhardo A.do Vale e V.Santana / Raúl Ferrão
Versão do repertório de Madalena Iglésias 
-
Criação de Mirita Casimiro na operte *Ribatejo*
Teatro Variedades 1939
Informação de Francisco Mendes e Daniel Gouveia
Livro *Poetas Populares do Fado-Canção
-
Já não percorro contente 
Os campos da minha terra 
Já nem me aquece a luz quente 
Das tardes de sol da terra 

Fugiu-me o sol da ventura 
Do céu da minha ilusão 
E a voz de Deus, noite escura
Caiu no meu coração 

Oh Ribatejo, pai do meu Tejo 
Já te não vejo sempre a cantar 
Teus horizontes, rios e fontes 
Prados e montes, sinto a chorar 
Toda a beleza da natureza 
Acho tristeza desolação 
omo acho negro o destino 
Porque o campino está na prisão 

Vivendo a rir mal sabia 
Que o riso é primo da mágoa 
E tem a santa alegria 
Das gentes da borda d'água 

O amor de mãe que dá tudo 
E só nos ensina o prazer 
Foi já na escola da vida 
Que eu aprendi a sofrer


Mirita Casimiro era filha e neta de cavaleiros tauromáquicos. 

O avô foi Manuel Casimiro e o pai, o não menos famoso José Casimiro. 

Deve ter-se sentido particularmente à-vontade numa opereta
com o título *Ribatejo* na qual criou este fado. 

Os versos «Porque o campino / Está na prisão» poderão parecer algo enigmáticos
mas reflectem apenas uma situação do enredo da opereta.