- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO
CANAL DE JOSÉ FERNANDES CASTRO EM PARCERIA COM A RÁDIO MIRA

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

Loading ...

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

* As letras publicadas referem a fonte de extração, ou seja: nem sempre são mencionados os legítimos criadores *

<> 6.315 LETRAS <> 2.220.000 VISITAS <> JULHO DE 2021 <>

* ATINGIDO ESTE VALOR /*/ QUE ME FAZ SENTIR HONRADO /*/ CONTINUO, COM AMOR /*/ A SER SERVIDOR DO FADO *

* POIS MESMO DESAGRADANDO /*/ A *TROIANOS* MALDIZENTES /*/ OS "GREGOS VÃO APOIANDO /*/ E VÃO FICANDO CONTENTES *

* NÃO ENCONTRA O FADO PREFERIDO? /*/ ENVIE, POR FAVOR, O SEU PEDIDO * fadopoesia@gmail.com

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

* NASCEU ASSIM... CRESCEU ASSIM... CHAMA-SE FADO // Vasco Graça Moura // Porto 03.01.1942 // Lisboa 27.04.2014 *

---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Agora tenho saudade

Letra e música de Pedro Fernandes Martins *Corrido do Alcaide*
Repertório do autor

À varanda do meu peito
Num vaso de liberdade
Já tive um amor-perfeito
Agora tenho saudade


No meu peito dei guarida / À mais bela flor que tive
A memória sobrevive / Mas a flor já não tem vida
Minha vida foi florida / Por um belo amor-perfeito
Que no tempo foi desfeito / E que não mais vai voltar
A sorrir a quem passar 

À varanda do meu peito

Essa flor, qual aguarela / Tinha o sol todo pra si
Como ela nunca vi / Colorida e singela
Ficava ainda mais bela / Ao raiar da claridade
Da janela da verdade / Via sempre a sua cor
Brotando em raios de amor 

Num vaso de liberdade

Mas a vida foi severa / E o tempo foi tão fatal
Foi um forte vendaval / Que matou a Primavera
Que levou tudo o que eu era / E deixou tudo desfeito
Na varanda do meu peito / Já não tenho mais carinho
Onde agora estou sozinho 

Já tive um amor-perfeito

Não sei se a esperança morreu / Ou se o vento a levou
Já nem sei se sei quem sou / Quem é quem e quem sou eu
O que é que, por fim, é meu / Para além desta ansiedade
O que resta na verdade / É um travo de amargura
E, onde já tive ternura 

Agora tenho saudade