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Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa, todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre
PAULO FREIRE *filósofo* 19.09.1921 / 02.05.1997
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As 5.590 letras publicadas referem a fonte de extração, o que nem sempre quer dizer que os artistas mencionados sejam os seus criadores.
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Povo cativo

Alfredo Duarte *marcha do marceneiro*
Repertório de Fernando Maurício

Povo que cantas o fado
Que sonhas com o infinito
E anseias liberdade
Já não andas amarrado
Podes soltar o teu grito
Impor a tua vontade

Povo, trilhaste o caminho
Das noites de cor de breu / Levando pesados fardos
Poder pôr lençóis de linho
No teu leito de plebeu / Onde outrora havia cardos

Povo quebraste as grilhetas
Onde estavas prisioneiro / Atado de mãos e pés
O mundo tocou trombetas
Abriram-te o cativeiro / Já podes dizer quem és