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Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa, todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre
PAULO FREIRE *filósofo* 19.09.1921 / 02.05.1997
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Fado dos sonhos

Frederico de Brito
Repertório de Carlos Zel

Quer alegres, quer tristonhos
Não há nada como os sonhos
Que me trazem encantado;
E que coisa singular
A gente vê a sonhar
O que não vê acordado

Tive d’um sonho o clarão
Sonhei que o teu coração / P’ra outro peito partiu
Fiquei cheio de surpresa
Mas depois tive a certeza / Que o sonho não me mentiu

Sonhei que tinhas morrido
Fiquei muito comovido / Só por ter sonhado assim
Tive um desgosto profundo
Não morreste para o mundo / Mas morreste para mim