- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO
CANAL DE JOSÉ FERNANDES CASTRO EM PARCERIA COM A RÁDIO MIRA

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

* As letras publicadas referem a fonte de extração, ou seja: nem sempre são mencionados os legítimos criadores *

<> 6.365 LETRAS <> 2.266.500 VISITAS <> SETEMBRO 2021 <>

* ATINGIDO ESTE VALOR /*/ QUE ME FAZ SENTIR HONRADO /*/ CONTINUO, COM AMOR /*/ A SER SERVIDOR DO FADO *

* POIS MESMO DESAGRADANDO /*/ A *TROIANOS* MALDIZENTES /*/ OS "GREGOS VÃO APOIANDO /*/ E VÃO FICANDO CONTENTES *

* NÃO ENCONTRA O FADO PREFERIDO? /*/ ENVIE, POR FAVOR, O SEU PEDIDO * fadopoesia@gmail.com

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

* NASCEU ASSIM... CRESCEU ASSIM... CHAMA-SE FADO // Vasco Graça Moura // Porto 03.01.1942 // Lisboa 27.04.2014 *

---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Amanhecia

Gervásio Miguel / Raúl Ferrão *fado alcântara*
Repertório de Gervásio Miguel

Amanhecia… e o meu corpo à beira mar
Tecendo o teu, devagar com emoção
Pediu à noite que ficasse mais um pouco
Na companhia dum louco, meu coração

Por uma estrela mandou dizer ao luar
Que já se fora deitar, longe de nós
P’ra não deixar que o sol raiasse tão cedo
Descobrindo esse segredo de estarmos sós

Ilusão, fora só pura ilusão
Que me deste, coração, não tens maneiras
Tu não vês que a minha dor é maior
Quando me dás o favor dessas tuas brincadeiras
Quero ouvir dizer que estás satisfeito
Que não choras no meu peito como é costume
Ilusão não coração mata de vez
Essa tua malvadez, em brando lume

O sol raiou em todo o seu esplendor
Testemunhando este amor, embevecido
Mostrando ao dia, que a força da maré cheia
Não dissimulou na areia, o acontecido

Mas a alegria, vivida só por nós os dois
Trouxe ao meu peito depois, o desalento
Pois reparei, que deitada estava eu só
Em lençóis feitos de pó, num chão cinzento