- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO
CANAL DE JOSÉ FERNANDES CASTRO EM PARCERIA COM A RÁDIO MIRA

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

* As letras publicadas referem a fonte de extração, ou seja: nem sempre são mencionados os legítimos criadores *

<> 6.365 LETRAS <> 2.310.000 VISITAS <> OUTUBRO 2021 <>

* ATINGIDO ESTE VALOR /*/ QUE ME FAZ SENTIR HONRADO /*/ CONTINUO, COM AMOR /*/ A SER SERVIDOR DO FADO *

* POIS MESMO DESAGRADANDO /*/ A *TROIANOS* MALDIZENTES /*/ OS "GREGOS VÃO APOIANDO /*/ E VÃO FICANDO CONTENTES *

* NÃO ENCONTRA O FADO PREFERIDO? /*/ ENVIE, POR FAVOR, O SEU PEDIDO * fadopoesia@gmail.com

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

* NASCEU ASSIM... CRESCEU ASSIM... CHAMA-SE FADO // Vasco Graça Moura // Porto 03.01.1942 // Lisboa 27.04.2014 *

---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Vem cá, amor

Fernando Gomes dos Santos / Valter Rolo
Repertório de Liliana Martins 

Meu amor, esta saudade
Dos meus olhos a espelharem-se nos teus
Dura já mais que uma eternidade
E só há pouco me disseste adeus

Meu amor, mata-me a fome
De te qu’rer ao pé de mim a toda a hora
Quando sais, entra a dor que me consome
Eu não sou eu, sempre que vais embora

Vem cá, amor, vem cá
Não fujas mais de mim
Nem sequer por um segundo
Amor, vem já
Sem ti, a vida é um sono profundo
Vem cá, amor, vem cá
Preciso de sentir
O teu corpo junto ao meu
Amor, vem já
Só tu me dás o que ninguém mais me deu

Meu amor, este desejo
De sentir a tua pele contra a minha
Vai crescendo enquanto não te vejo
Eu desespero se ficar sozinha