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Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa, todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre
PAULO FREIRE *filósofo* 19.09.1921 / 02.05.1997
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Cravo de São João

Anibal Nazaré / Martinho d’Assunção
Repertório de José Manuel Barreto

Quando a vi, ela trazia
Bem juntinho ao coração
Como um grito de alegria
Um Cravo de São João

Passou por mim apressada
Da primeira vez que a vi
Achei a moça engraçada
E nunca mais a esqueci

Vinha bonita, com seu vestido de chita
Tinha uma graça infinita
Tinha um ar bem português
O meu olhar pousou nela como um beijo
E fiquei com o desejo 
De a encontrar outra vez

Fez-me o destino a vontade
Novamente a encontrei
Mas p´ra dizer a verdade
Que diferente que eu a achei

Elegante no trajar
De luxo e ostentação
E uma Orquídea no lugar
Do cravo de São João

Vinha elegante num vestido extravagnate
E tinha um ar petulante 
Que cheirava a perdição
Naquela Orquídea sua vida se resume
Porque perdeu o perfume 
Do Cravo de São João