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Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa, todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre
PAULO FREIRE *filósofo* 19.09.1921 / 02.05.1997
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O cantar da minha gente

João Dias / Martinho d’Assunção
Repertório de Rodrigo


Quis o verso mais exacto
Que eu fosse o vivo retrato
Do cantar da minha gente
Voz de rede, voz de arado
Quis prendê-las no meu fado
Para as cantar totalmente

Pedi aves mais libertas
Pedi janelas abertas / Nos olhos de tudo ver
Quis nos meus cinco sentidos
Sonhos grandes, coloridos / Como a festa de nascer

Pedi mãos firmes e nuas
A semear sóis e luas / A inventar mundo novo
Pedi uma voz ao mar
E ao vento para espalhar / Meu canto vivo de povo

Voz de rede, voz de arado
Quis prendê-las no meu fado / Para as cantar totalmente
Quis força de sangue antigo
Deste povo em que me digo / Ao cantar a minha gente