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Este espaço foi criado <> Com grande dedicação <> Por alguém que faz do fado <> A sua religião.

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Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa, todos nós ignoramos alguma coisa.
Paulo Freire *filósofo* 1921 <> 1997

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Franjas de ternura

Silvia Filipe / Luís Alexandre
Repertório de Silvia Filipe

Teu beijo é veludo que enternece
Minha boca sedenta de carinho
A tua voz, frescura, puro linho
Teu abraço, manto de lã qe me aquece

Sem ti sou tela crua e vazia
Quadro em branco, ainda por pintar
Farrapo de cetim em cama fria
Lençol sem ninguém p’ra aconchegar

Juntos, inventámos seda pura
Num enleio de amor feito bordado
Nossas mãos são as franjas da ternura
No xaile que abriga o nosso fado