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Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa, todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre
PAULO FREIRE *filósofo* 19.09.1921 / 02.05.1997
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No cais da Ribeira

Letra e música de Frederico de Brito
Repertório fe Fernanda Maria

No cais da Ribeira Nova / Onde tanto barco aproa
Anda no ar uma trova / Nascida na Madragoa

Passam uns olhos bonitos / Da cor do mar sem ter fim
E ouvem a graça duns ditos / Que sempre acabam assim

Varina gaiata, sorriso que alastra
Mentira que seja, diz lá donde vens
O peixe de prata da tua canastra
Até sente inveja dos olhos que tens


Quando ela passa bailando / De chinelinhas nos pés
Parece um barco vogando / Que anda ao sabor das marés

No seu olhar há saudade / Ou um mistério qualquer
E a gente sente vontade / 
Vontade de lhe dizer