- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO
CANAL DE JOSÉ FERNANDES CASTRO EM PARCERIA COM A RÁDIO MIRA

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

Loading ...

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

* As letras publicadas referem a fonte de extração, ou seja: nem sempre são mencionados os legítimos criadores *

<> 6.365 LETRAS <> 2.245.800 VISITAS <> AGOSTO DE 2021 <>

* ATINGIDO ESTE VALOR /*/ QUE ME FAZ SENTIR HONRADO /*/ CONTINUO, COM AMOR /*/ A SER SERVIDOR DO FADO *

* POIS MESMO DESAGRADANDO /*/ A *TROIANOS* MALDIZENTES /*/ OS "GREGOS VÃO APOIANDO /*/ E VÃO FICANDO CONTENTES *

* NÃO ENCONTRA O FADO PREFERIDO? /*/ ENVIE, POR FAVOR, O SEU PEDIDO * fadopoesia@gmail.com

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

* NASCEU ASSIM... CRESCEU ASSIM... CHAMA-SE FADO // Vasco Graça Moura // Porto 03.01.1942 // Lisboa 27.04.2014 *

---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

A Rosa da Mouraria

António José / F.Hildenbrand
Repertório de Maria de Fátima Travassos


A Rosa da Mouraria
Na moldura da janela
Um poema feito povo
E o povo gostava dela

Não conheceu pai nem mãe
Tinha um encanto qualquer
Uma rosa diferente
Num jeito de ser mulher

E quem diria
Na viela tão estreitinha
Toda a velha Mouraria
Fez da Rosa uma raínha
Mas caprichosa
Fez-se a Rosa, quando um dia
Por amor deixou, a Rosa
Para sempre a Mouraria


Nessa janela fechada
Falta a silhueta dela
E quem lá mora não tem
Nenhuma flor à janela

E o povo que se rendia
Junto à janela vistosa
Sente que hoje, a Mouraria
Está mais pobre sem a Rosa