- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO
CANAL DE JOSÉ FERNANDES CASTRO EM PARCERIA COM A RÁDIO MIRA

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

Loading ...

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

* As letras publicadas referem a fonte de extração, ou seja: nem sempre são mencionados os legítimos criadores *

<> 6.365 LETRAS <> 2.245.800 VISITAS <> AGOSTO DE 2021 <>

* ATINGIDO ESTE VALOR /*/ QUE ME FAZ SENTIR HONRADO /*/ CONTINUO, COM AMOR /*/ A SER SERVIDOR DO FADO *

* POIS MESMO DESAGRADANDO /*/ A *TROIANOS* MALDIZENTES /*/ OS "GREGOS VÃO APOIANDO /*/ E VÃO FICANDO CONTENTES *

* NÃO ENCONTRA O FADO PREFERIDO? /*/ ENVIE, POR FAVOR, O SEU PEDIDO * fadopoesia@gmail.com

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

* NASCEU ASSIM... CRESCEU ASSIM... CHAMA-SE FADO // Vasco Graça Moura // Porto 03.01.1942 // Lisboa 27.04.2014 *

---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Embuçado

Gabriel de Oliveira / Alcídia Rodrigues *fado tradição* ou *patolas*
Repertório de João Ferreira Rosa 

Noutro tempo a fidalguia
Que deu brado nas toiradas;
Andava p'la Mouraria
E em muito palácio havia
Descantes e guitarradas

A história que eu vou contar / Contou-ma, certa velhinha
Uma vez que foi cantar / Ao salão dum titular

Lá p'ro Paço da rainha

E nesse salão doirado / De ambiente nobre e sério
Para ouvir cantar o fado

Ia sempre um embuçado / Personagem de mistério

Mas certa noite, houve alguém / Que lhe disse, erguendo a fala
Embuçado, nota bem

Que hoje não fique ninguém / Embuçado, nesta sala

Ante a admiração geral / Descobriu-se o embuçado
Era El-Rei de Portugal
Houve beija-mão real
/ E depois cantou-se o fado