- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO
CANAL DE JOSÉ FERNANDES CASTRO EM PARCERIA COM A RÁDIO MIRA

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

Loading ...

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

* As letras publicadas referem a fonte de extração, ou seja: nem sempre são mencionados os legítimos criadores *

<> 6.305 LETRAS <> 2.180.000 VISITAS <> JUNHO DE 2021 <>

* ATINGIDO ESTE VALOR /*/ QUE ME FAZ SENTIR HONRADO /*/ CONTINUO, COM AMOR /*/ A SER SERVIDOR DO FADO *

* POIS MESMO DESAGRADANDO /*/ A *TROIANOS* MALDIZENTES /*/ OS "GREGOS VÃO APOIANDO /*/ E VÃO FICANDO CONTENTES *

* NÃO ENCONTRA O FADO PREFERIDO? /*/ ENVIE, POR FAVOR, O SEU PEDIDO * fadopoesia@gmail.com

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

* NASCEU ASSIM... CRESCEU ASSIM... CHAMA-SE FADO // Vasco Graça Moura // Porto 03.01.1942 // Lisboa 27.04.2014 *

---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Fiz da noite a minha alma

Tiago Torres da Silva / António dos Santos
Repertório de José Manuel Barreto

Fiz da noite a minha alma
Porque a escuridão acalma
O que em mim é tempestade
E quando se cala o vento
Cala-se o meu sofrimento
Só não se cala a saudade

Talvez não tenha o direito
De escolher com quem me deito / Quando a noite me esquecer
Mas ao menos, por agora
Sei que a noite está lá fora / Mas finjo não o saber

Não quero na minha cama
Mulheres tristes, de má fama / Que cobram pelo que dão
Se eu em troca de um amor
Dei a alma por penhor / P’ra salvar o coração

Só que ao ver-se desalmado
O meu coração, coitado / Diz que já não quer viver
E tristemente, ele aceita
Não escolher com quem se deita / Mas continua a bater