- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO
CANAL DE JOSÉ FERNANDES CASTRO EM PARCERIA COM A RÁDIO MIRA

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

Loading ...

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

* As letras publicadas referem a fonte de extração, ou seja: nem sempre são mencionados os legítimos criadores *

* Existem (pelo menos) 80 letras publicadas que não constam do índice. Caso encontre alguma avise-me, por favor *

* ATINGIDO ESTE VALOR /*/ QUE ME FAZ SENTIR HONRADO /*/ CONTINUO, COM AMOR /*/ A SER SERVIDOR DO FADO *

* POIS MESMO DESAGRADANDO /*/ A *TROIANOS* MALDIZENTES /*/ OS "GREGOS VÃO APOIANDO /*/ E VÃO FICANDO CONTENTES *

* SE NÃO ENCONTRA O FADO PREFERIDO /*/ ENVIE, POR FAVOR, O SEU PEDIDO * fadopoesia@gmail.com

--------------------------------------------------

2.135.500 VISITAS /*/ 31.05.2021

--------------------------------------------------

NASCEU ASSIM... CRESCEU ASSIM... CHAMA-SE FADO.
Vasco Graça Moura /// Porto 03.01.1942 /// Lisboa 27.04.2014
---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

A uma princesa distante

J.Slauerhoff / Custódio Castelo
Repertório de Cristina Branco

Jamais voltaremos a ver-nos
Entre nós dois há um mundo pelo meio
Por vezes, de noite, à janela nos detemos
Mas são outras as estrelas que vemos
Doutros tempos o enleio

É tão longínquo o vosso país do meu
Como a luz da mais funda escuridão, o distante
Que viajando sem parar nas asas do desejo, eu
Vos saudaria num suspiro agonizante

Porém, se for verdade que sonhando o impossível
Se leva o maior dos anseios à estrela mais intangível
Então eu voltarei, voltarei todas as noites
De saudade