- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO
CANAL DE JOSÉ FERNANDES CASTRO EM PARCERIA COM A RÁDIO MIRA

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

Loading ...

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

* As letras publicadas referem a fonte de extração, ou seja: nem sempre são mencionados os legítimos criadores *

<> 6.305 LETRAS <> 2.180.000 VISITAS <> JUNHO DE 2021 <>

* ATINGIDO ESTE VALOR /*/ QUE ME FAZ SENTIR HONRADO /*/ CONTINUO, COM AMOR /*/ A SER SERVIDOR DO FADO *

* POIS MESMO DESAGRADANDO /*/ A *TROIANOS* MALDIZENTES /*/ OS "GREGOS VÃO APOIANDO /*/ E VÃO FICANDO CONTENTES *

* NÃO ENCONTRA O FADO PREFERIDO? /*/ ENVIE, POR FAVOR, O SEU PEDIDO * fadopoesia@gmail.com

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

* NASCEU ASSIM... CRESCEU ASSIM... CHAMA-SE FADO // Vasco Graça Moura // Porto 03.01.1942 // Lisboa 27.04.2014 *

---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Se eu soubesse que vivendo

João Monge / José António Sabrosa *fado da defesa*
Repertório de Ana Sofia Varela 

Se eu soubesse que vivendo
A vida tinha um remendo
Na falta de te não ter;
E que o manto da saudade
Disfarça toda a verdade
De amar até me doer

Se eu soubesse o que arrepia
O que aqueceu e batia / Dentro do meu coração
Porque diz o teu olhar
Meio a rir, meio a chorar / Ser da nossa condição

Ao que sabe a despedida
As reticências da vida / Os encontros casuais
Ao que sabe o olhar da lua
Se passas à minha rua / Talvez para nunca mais

Se eu soubesse mais um pouco
Dos sentimentos que invoco / Do que sinto e não entendo
Mas se o fado é quem me acolhe
Ele lá sabe o que escolhe / Se eu soubesse que vivendo