- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO
CANAL DE JOSÉ FERNANDES CASTRO EM PARCERIA COM A RÁDIO MIRA

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

Loading ...

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

* As letras publicadas referem a fonte de extração, ou seja: nem sempre são mencionados os legítimos criadores *

* Existem (pelo menos) 80 letras publicadas que não constam do índice. Caso encontre alguma avise-me, por favor *

* ATINGIDO ESTE VALOR /*/ QUE ME FAZ SENTIR HONRADO /*/ CONTINUO, COM AMOR /*/ A SER SERVIDOR DO FADO *

* POIS MESMO DESAGRADANDO /*/ A *TROIANOS* MALDIZENTES /*/ OS "GREGOS VÃO APOIANDO /*/ E VÃO FICANDO CONTENTES *

* SE NÃO ENCONTRA O FADO PREFERIDO /*/ ENVIE, POR FAVOR, O SEU PEDIDO * fadopoesia@gmail.com

--------------------------------------------------

2.135.500 VISITAS /*/ 31.05.2021

--------------------------------------------------

NASCEU ASSIM... CRESCEU ASSIM... CHAMA-SE FADO.
Vasco Graça Moura /// Porto 03.01.1942 /// Lisboa 27.04.2014
---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Fortuna

Letra e musica de Márcio Faraco
Repertório de António Zambujo

Não tenho nada em meu nome
Somente o fado que fa4o
Meu coração não te fome
Mora num pequeno espaço
Vive da vida que passa
De amores que vão e vêm
Nada possuo em meu nome
E nem invejo ninguém

Lamento se não me querias por mim
Não vias o quanto sou rico assim
Um dia virás me dizer *não vivi*
Só posso ter pena de ti

Fortuna ganhei tanto quanto perdi
Não tenho posses, nem peço
De outras paixões já sobrevivi
Sei dos meus erros, confesso

Adeus, não olho p’ra trás
O tempo tudo consome
Perde-se o ouro, o amor se desfaz
Não tenho nada em meu nome