- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO
CANAL DE JOSÉ FERNANDES CASTRO EM PARCERIA COM A RÁDIO MIRA

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

Loading ...

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

* As letras publicadas referem a fonte de extração, ou seja: nem sempre são mencionados os legítimos criadores *

<> 6.305 LETRAS <> 2.180.000 VISITAS <> JUNHO DE 2021 <>

* ATINGIDO ESTE VALOR /*/ QUE ME FAZ SENTIR HONRADO /*/ CONTINUO, COM AMOR /*/ A SER SERVIDOR DO FADO *

* POIS MESMO DESAGRADANDO /*/ A *TROIANOS* MALDIZENTES /*/ OS "GREGOS VÃO APOIANDO /*/ E VÃO FICANDO CONTENTES *

* NÃO ENCONTRA O FADO PREFERIDO? /*/ ENVIE, POR FAVOR, O SEU PEDIDO * fadopoesia@gmail.com

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

* NASCEU ASSIM... CRESCEU ASSIM... CHAMA-SE FADO // Vasco Graça Moura // Porto 03.01.1942 // Lisboa 27.04.2014 *

---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

A ver passar os dias

Jorge Fernando / José Pereira *fado latino*
Repertório de Jorge Fernando

Fico aqui a ver passar os dias
Hoje é sombra onde antes fora luz
As memórias p'lo tempo esmaecidas
Espelham-me a vida inteira á contraluz

Anoiteceu em mim e o meu viver
É um ocaso que não reclama o dia
É um certo não ter de acontecer
Que não faz acontecer nem me alivia

Como se um sopro quente embaciasse
Um vidro, donde olhasse o meu passado
E um copo sempre cheio embriagasse
Meu corpo, sobre a mesa debruçado

É pois a minha vida um duro inverno
Por entre os quentes dias a passar
Será que é isto o tão temido inferno
Onde a vida se escorre devagar?