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Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO
CANAL DE JOSÉ FERNANDES CASTRO EM PARCERIA COM A RÁDIO MIRA

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* As letras publicadas referem a fonte de extração, ou seja: nem sempre são mencionados os legítimos criadores *

<> 6.365 LETRAS <> 2.245.800 VISITAS <> AGOSTO DE 2021 <>

* ATINGIDO ESTE VALOR /*/ QUE ME FAZ SENTIR HONRADO /*/ CONTINUO, COM AMOR /*/ A SER SERVIDOR DO FADO *

* POIS MESMO DESAGRADANDO /*/ A *TROIANOS* MALDIZENTES /*/ OS "GREGOS VÃO APOIANDO /*/ E VÃO FICANDO CONTENTES *

* NÃO ENCONTRA O FADO PREFERIDO? /*/ ENVIE, POR FAVOR, O SEU PEDIDO * fadopoesia@gmail.com

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* NASCEU ASSIM... CRESCEU ASSIM... CHAMA-SE FADO // Vasco Graça Moura // Porto 03.01.1942 // Lisboa 27.04.2014 *

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Fado alado

Letra e musica de Pedro Abrunhosa
Repertório de Ana Moura

Vou de Lisboa a São Bento / Trago o teu mundo por dentro
No lenço que tu me déste / Vou do algarve ao Nordeste
Trago o teu beijo bordado / Sou um comboio de fado
Levo um amor encantado / Sou um comboio de gente

Sou o chão do Alentejo / De ferro é o meu beijo
Tão quente como a liberdade / E se não trago saudade
É porque vives deitado / Num amor que não está parado
Sou um comboio de fado / Sou um comboio de gente

Não há amor com mais tamanho
Que este amor por ti eu tenho
Voo de pássaro redondo
Que não aporta no beiral
Não há amor que mais me leve
Que aquele em que se escreve
Ai... lume brando, paz e fogo
E a luz final

Desço do Porto ao Rossio / Levo o abraço do rio
Douro, amante do Tejo / Nos ecos dum realejo
Chora minha guitarra / Trazes-me a paz da cigarra
Num desencontro encontrado / Sou um comboio de fado

Se for morrer a Coimbra / Traz-me da luz a penumbra
Do amor que nunca se fez / Corre-me o sangue de Inês
Mostra-me um soho acordado / Somos um povo alado
Um povo que vive no fado / A alma de ser diferente