- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO
CANAL DE JOSÉ FERNANDES CASTRO EM PARCERIA COM A RÁDIO MIRA

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

* As letras publicadas referem a fonte de extração, ou seja: nem sempre são mencionados os legítimos criadores *

<> 6.365 LETRAS <> 2.347.000 VISITAS <> NOVEMBRO 2021 <>

* ATINGIDO ESTE VALOR /*/ QUE ME FAZ SENTIR HONRADO /*/ CONTINUO, COM AMOR /*/ A SER SERVIDOR DO FADO *

* POIS MESMO DESAGRADANDO /*/ A *TROIANOS* MALDIZENTES /*/ OS "GREGOS VÃO APOIANDO /*/ E VÃO FICANDO CONTENTES *

* NÃO ENCONTRA O FADO PREFERIDO? /*/ ENVIE, POR FAVOR, O SEU PEDIDO * fadopoesia@gmail.com

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

* NASCEU ASSIM... CRESCEU ASSIM... CHAMA-SE FADO // Vasco Graça Moura // Porto 03.01.1942 // Lisboa 27.04.2014 *

---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Maria de Lisboa

Manuel Paião / Eduardo Damas
Repertório de Maria da Nazaré

Nasceu em Lisboa, viu cá a luz do dia
É gaiata e bonita e chama-se Maria
Tem chinela no pé e só veste de chita
E o seu verde avental ainda a faz mais bonita

Maria de Lisboa
Que ama a Madragoa e traz o amor no olhar
O seu amor primeiro é sempre um marinheiro
Qua anda no alto mar a navegar
Maria de Lisboa
É cabecinha á toa que vive numa ilusão
É toda coração, menina bela e boa
Maria de Lisboa

Tem lá na trapeira manjerico ao luar
E pelo Santo antónio vai p'ra rua cantar

E os seus olhos são mais azuis do que o mar
E traz Lisboa inteira na luz do seu olhar