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Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO
CANAL DE JOSÉ FERNANDES CASTRO EM PARCERIA COM A RÁDIO MIRA

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* As letras publicadas referem a fonte de extração, ou seja: nem sempre são mencionados os legítimos criadores *

<> 6.305 LETRAS <> 2.180.000 VISITAS <> JUNHO DE 2021 <>

* ATINGIDO ESTE VALOR /*/ QUE ME FAZ SENTIR HONRADO /*/ CONTINUO, COM AMOR /*/ A SER SERVIDOR DO FADO *

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* NASCEU ASSIM... CRESCEU ASSIM... CHAMA-SE FADO // Vasco Graça Moura // Porto 03.01.1942 // Lisboa 27.04.2014 *

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E viemos nascidos do mar

Letra e música de Fausto Bordalo Dias
Repertório de Ana Moura

E muito se espantam da nossa brancura, entretanto
E muito pasmavam de olhar, olhos claros assim
Palpavam as mãos e os braços e outras partes, portanto
Esfregavam de cuspo minha pele para ver ser era, enfim

Uma tinta, ou se era de estampa uma carne tão branca
Vendo assim que era branco o meu corpo e a brancura de então
Extasiam e muito se pasmam de todo em admiração

E eramos bancos de assombro e nascidos do mar plas naus
Guiados pelos ventos do céu e pelo voo das aves


Eles escodem as suas vergonhas cobertas de estopa
E eram grandes e gordos e baços, enxutos, os pretos
Pelas ventosidades confundem traseiros e bocas
Tapam aquelas, e estas dobram calafetos

E os mais pardos lá vão quase nús, vão ao léu gabirús
E de tetas até á cintura há mulheres crepitantes
Tão desnudas maneiam na dança o seu corpo dançante